| Avaí define jogo no 1º tempo e vence confronto de desesperados contra Atlético-PR |
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| Escrito por bol |
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Em jogo de desesperados, o Avaí não deu nenhuma chance para o Atlético-PR e venceu por 3 a 0, neste domingo, na Ressacada, pela 28ª rodada do Brasileiro. O time catarinense só precisou dos primeiros 45 minutos para construir o placar, com gols de Lincoln, Gian e Rafael Coelho. A derrota foi uma ducha de água fria para o Atlético-PR, depois da boa vitória sobre o Inter, na rodada anterior. Diante de um adversário direto, o time sucumbiu e não mostrou nenhum poder de reação. Com o novo revés, caiu para a 18ª posição, seguindo afundado na zona der rebaixamento, com 27 pontos. Para o Avaí, a vitória serviu para manter alguma esperança de escapar da degola, mas não foi suficiente para tirá-lo da vice-lanterna. A equipe acaba a 28ª rodada em 19º lugar 5 pontos do Cruzeiro, o primeiro time fora da zona de rebaixamento. O Avaí começou o jogo pressionando fortemente a saída de bola do Atlético. Jogando com quatro homens avançados, o time catarinense forçava o erro dos atleticanos, que não conseguiam fazer a bola chegar ao atacante Federico Nieto, isolado na frente. O time da casa buscava o ataque e chegou ao gol aos 9 minutos. Cleverson desceu pelo lado direito e tocou para Lincoln que, da entrada da área, bateu no canto. Renan Rocha ainda tocou na bola, mas não impediu que ela entrasse. Após o gol, o Avaí arrefeceu a marcação e o Atlético encontrou mais espaços para atacar. Aos 26 minutos, Cléber Santana dominou na área e chutou forte, mas Felipe fez boa defesa. Aos 32, porém, o Avaí voltou a atacar e chegou ao segundo gol. Lincoln cobrou falta de longa distância, na área, Gian subiu e cabeceou no canto direito. A bola bateu na trave e entrou. O jogo ficou fácil para os avaianos, que chegaram ao terceiro gol, antes do fim da primeira etapa. Aos 45 minutos, Cleverson sofreu pênalti, cometido por Deivid. Rafael Coelho converteu e deixou os catarinenses tranquilos no jogo. As chances de reação do Atlético ficaram bastante reduzidas, já no início do segundo tempo, quando Manoel cortou a bola com a mão, na frente da grande área, e foi expulso. Se a missão dos rubro-negros já era difícil, ficou quase impossível uma mudança na sorte da partida. Batido, a equipe trocava bolas, mas não tinha nenhum poder ofensivo. Paulo Baier, Marcinho e Cléber Santana, encarregados da criação, não rendiam e deixavam Nieto isolado. Sem ser ameaçado, o Avaí trabalhava a bola sem nenhuma pressa, diante de um adversário inerte. Neste ritmo, o time conduziu o jogo até o seu final. Apático, o Atlético deixou uma péssima impressão ficando em situação bastante delicada na classificação. |