| Sem dinheiro, pastor preso em ação da PF pode voltar à prisão |
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| Escrito por BOL |
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O pastor evangélico Wladimir Silva Furtado, dono de uma cooperativa suspeita de integrar esquema de desvio envolvendo a cúpula do Ministério do Turismo, disse que conseguiu juntar apenas R$ 16.700 dos R$ 109 mil necessários para pagar a fiança que o liberou da penitenciária do Amapá.
O dono da Conectur pode voltar à prisão, caso o cheque depositado em nome da mulher não tenha fundos.
A maioria dos 16 presos preventivos na semana passada pela Polícia Federal depositou o dinheiro em juízo na sexta-feira (12). Todos foram libertados entre a noite de sexta e a madrugada de sábado (13).
O advogado de Furtado, Maurício Pereira, disse que pediu à Justiça Federal nesta segunda-feira (15) a redução do valor da fiança para "patamares suportáveis" às condições financeiras do cliente.
Segundo o advogado, o juiz federal Mauro Henrique Vieira não aceitou o pedido, mas estendeu o prazo de pagamento até sexta-feira.
Furtado disse ontem à reportagem que pediria dinheiro a familiares, amigos e empresários. Ele não descartava a ideia de pedir ajuda a fiéis de sua igreja, conforme relatou a Folha de hoje.
Ao todo, 36 pessoas foram presas na operação, incluindo o número dois do Ministério do Turismo, Frederico Costa. Dezesseis conseguiram habeas corpus do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, e dois conseguiram revogar a decisão da Justiça Federal no Amapá.
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