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BRASÍLIA – Os representantes do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), do Ministério da Educação e do consórcio Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção), responsável pela execução de todas as etapas do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio), decidiram interromper a reunião, em que avaliavam todo o processo de logística da aplicação da prova, na madrugada deste sábado (3).
Segundo o MEC, o encontro iniciado na manhã de sexta-feira (2) definiu uma “planilha de informações”. Por conta disso, os representantes do consórcio “solicitaram o recesso” para ter mais tempo para apresentar as respostas. As conversas vão ser retomadas na segunda-feira (5).
Durante o final de semana, o ministro da Educação, Fernando Haddad, vai manter a equipe de seu gabinete reunido para continuar os trabalhos de “retomada” – como técnicos do Inep classificaram os esforços de reaplicação do exame.
Participaram da reunião cerca de 15 pessoas. Além do presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, estavam presentes o secretário executivo do MEC, José Henrique Paim, representantes das três empresas que formam o consórcio – a sócia-diretora da Consultec, empresa líder do consórcio, Itana Marques Silva, o diretor-presidente do Instituto Cetro, Archimedes Baccaro e o representante da Funrio, Valdir Azevedo – e técnicos da Diretoria de Avaliação da Educação Básica, área do Inep responsável pelo exame.
Encontro com reitores
No início da semana que vem, provavelmente na terça-feira (6), representantes do Ministério da Educação vão se reunir com os reitores de 55 universidades do País. O objetivo seria minimizar o efeito do adiamento do exame e desencorajar supostas intenções de algumas universidades de descartar o Enem da composição de seus vestibulares.
Segundo a assessoria do Inpe (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais), todos os diretores enviaram uma mensagem de solidariedade ao ministério desde o adiamento do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
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