| Após saída de CTO, Twitter decide deixar cargo vago |
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| Escrito por IDGNOW |
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O Twitter perdeu na semana passada seu principal executivo de tecnologia – e não há sinais de que a vaga deva ter um novo ocupante. Greg Pass, que atuava como CTO do microblog, deixou o cargo e a empresa na sexta-feira (20/5). Pass esteve no Twitter durante um período de crescimento acentuado: ele entrou em 2008, quando o Twitter comprou sua empresa, a Summize, um motor de busca para o Twitter. O cofundador do Twitter, Biz Stone, comentou em um tuíte a saída de Pass: “O Twitter comprou a Summize há três anos, cofundador @gregpass está seguindo adiante – tivemos sorte de tê-lo por tanto tempo!”. Em um e-mail enviado nesta segunda-feira (23/5) à Computerworld/EUA, a porta-voz do Twitter Carolyn Penner disse: “Não estamos procurando por um substituto, e Greg não tem qualquer plano para seu próximo passo.” Nenhuma explicação foi dada para sua saída. Ela também disse que a empresa não vai remanejar uma pessoa da casa para preencher a vaga. A posição de CTO ficará simplesmente vazia. A decisão é ímpar, de acordo com Zeus Kerravala, analista do Yankee Group. “É inusitado”, disse. “Qualquer capacidade de uma empresa de tecnologia sobreviver no longo prazo baseia-se na habilidade de continuar a inovar… Parece muito estranho o Twitter não querer preencher esta vaga o mais rapidamente possível. Será que pensam estar numa posição tão forte que não precisam de um CTO? Mas não posso realmente crer que uma empresa de tecnologia não seja paranóica o suficiente para dispensar um CTO.” Por outro lado, Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, afirmou ser possível que o Twitter deixe sua equipe de engenheiros conduzir-se de forma autônoma. “O CTO é uma pessoa de frente, representando a tecnologia da empresa para o mundo externo”, acrescentou. “Uma pessoa não pode definir toda a tecnologia… O trabalho técnico chave é feito em equipes. Há líderes e pessoas de habilidade técnica superior, mas ainda é um processo de equipe.” Gottheil disse ainda que o Twitter provavelmente tem, dentro de casa, o pessoal qualificado de que precisa. IDGNOW |