| Celular e câncer: dicas para você se precaver |
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| Escrito por idgnow |
No entanto, relatório recente da Organização Mundial de Saúde ainda não é conclusivo sobre risco de câncer.A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um polêmico relatório no fim de maio dizendo que campos eletromagnéticos de radiofrequência, como os gerados por celulares, “são possivelmente cancerígenos, baseado no aumento de risco de glioma, um tipo malígno de câncer cerebral”. É assustador, mas “possível” é um pouco arbitrário, e o relatório não foi baseado em novas pesquisas. Ao invés disso, reflete uma revisão intensa de estudos existentes, sendo que alguns deles parecem atestar os celulares como saudáveis. Entre eles, o estudo envolvendo 13 países divulgado no ano passado, chamado Interphone, foi a mais extensa e abrangente análise sobre o assunto até hoje, e a conclusão é que “nenhum aumento de risco de glioma ou meningioma foi observado com o uso dos telefones móveis”. Apesar disso, há “sugestões de aumento de risco de glioma em altos níveis de exposição”, mas a evidência foi inconclusiva, e alguns cientistas notaram que a quantidade de exposição que pode ser cancerígena era improvavelmente alta. O relatório, preparado por um grupo de 31 cientistas de 14 países, adicionou o celular na lista de 240 substâncias e algumas profissões que podem estar relacionados ao câncer. A classificação “2B” inclui muitos produtos químicos que podem ser nocivos, mas também lista café e legumes em conserva, um fato que a CTIA, que representa a indústria wireless, rapidamente se aproveitou. “Esta clafissicação não diz que celulares causam câncer. De acordo com as regras da IARC, evidências limitadas de estudos estatísticos podem ser encontradas pelo mesmo viés e outras falhas de dados podem ser a base dos resultados”, disse o grupo em seu site. “É claro que há muito espaço para discordância sobre a segurança do uso de celulares. Por um lado, a maior e mais respeitada organização internacional está levantando uma bandeira de “cuidado”. Mas, existem grupos igualmente respeitados oferecendo interpretações mais benignas. Se a prova fosse clara, assim como a evidência de que fumar causa câncer, a decisão sobre o uso de celulares seria simples. Mas devido à falta dessa comprovação, temos que escolher por nossa conta e risco. Em 2008, o diretor e fundador do Instituto do Câncar da Universidade de Pittsburg, Ronald Heberman, falou no Congresso dos EUA sobre os riscos de usar telefones móveis e listou precauções a tomar. Algumas delas:
(Bill Snyder)
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