| Todos os fabricantes querem vender celulares inteligentes |
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| Escrito por O estado de S. Paulo |
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Quando foi lançado, em 2007, o iPhone definiu um novo padrão para a indústria de celular. Era um aparelho com design interessante, que permitia aplicações sofisticadas, como navegação na internet, sendo ao mesmo tempo fácil de usar. Três anos depois, está difícil para a Apple continuar a se diferenciar da concorrência, principalmente diante de competidores de peso como os celulares que usam o software Android, do Google, e o BlackBerry, da RIM. Fabricantes tradicionais, como a Nokia, também estão na corrida do smartphone, tendo como principal objetivo popularizar o aparelho, já que, por questões de preço, o acesso a celulares como o iPhone ainda é restrito. Essa massificação do smartphone interessa às operadoras, que buscam estratégias para aumentar o tráfego de dados em suas redes. Segundo o IDC, 7% dos brasileiros possuíam smartphones em 2009. Em cinco anos, a presença desse tipo de aparelho deve chegar a 25%. Os celulares inteligentes têm preço mais alto e oferecem para a indústria uma margem melhor. Atualmente, os smartphones representam 20% do volume mundial da Nokia, mas 47,6% da receita. O preço da Apple é mais alto no Brasil porque seus aparelhos são importados. Fabricantes tradicionais, como Nokia, Samsung e Motorola têm produção local. A RIM começou a fabricar o BlackBerry no País em março, em parceria com a Flextronics. O BlackBerry é o principal rival do iPhone no mercado corporativo, e os celulares com o Android, do Google, são o principal concorrente entre consumidores. As informações são do jornal Fonte O Estado de S.Paulo. |